A história da Casa Torta

O empurrão
 
A história começa com um casal, dois filhos e dois cachorros. Ele produtor teatral, ela artista. Cansados da rotina corrida nas cidades grandes deixaram o Rio de Janeiro para viver um sonho antigo: Montar um centro cultural no interior.

O projeto

Casa Torta

Inaugurada em 12/10/2016 a Casa Torta é um dos pontos turísticos mais visitados da região das Vertentes /MG. Um projeto que tem chamado atenção de críticos de arte, filósofos e mestres da educação pois propõe um diálogo sensível e uma quebra de tabu: Fazer adultos brincarem novamente como nos tempos de infância.

Lúdico e torto, esse espaço diverte os olhos, liberta o corpo para brincar à vontade enquanto você (re) descobre nos detalhes da casa, sua criança interior.

 

A experiência

O clima bem-humorado já começa lá fora, na fachada torta. O sino toca. Lá dentro, diversão, memórias afetivas, poesia, cor, estímulos que trazem alegria, curiosidade e acolhimento. O encantamento é o anfitrião desta experiência única: o reencontro com a criança que nos habita.

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PERGUNTAS FREQUENTES:

 

O que tem lá dentro?

Para adultos: Cenários para fotografar, camarim teatral, cafés, jogos de tabuleiro, brinquedos antigos, slackline, pebolim, papéis de carta, lojinha e poesia.

Para crianças: camarim, biblioteca infantil, parede para pintar, caixa de areia, cama elástica, caça ao tesouro, brinquedos de quintal.

Tenho um grupo (escola, turismo, etc). Posso agendar visita?
É possível agendar um grupo na baixa temporada. Basta enviar um email para casatortabichinho@gmail.com e solicitar datas e horários. 
Onde fica ?
No Bichinho (7 km de Tiradentes) bem na Estrada Real.
Crianças de 02 a 92 anos pagam ingresso. 
 Posso entrar com meu pet?
 Desculpe, a Casa não aceita animais. 

Quanto custa?

Uma hora 
R$30 inteira /R$15 meia
Horário livre
R$60 inteira/R$ 30 meia
**Na bilheteria costuma ter promoções divertidas para que todos possam pagar meia entrada. Uma forma de democratizar a cultura.

Por que a casa é torta ?

Para brincar com as curvas, quebrar regras, mexer com o lúdico, provocar o riso e o mais importante: resgatar a criança de cada um.

Sempre gostei do torto. Linhas retas sempre me incomodaram. Não é à toa que meu carro preferido é o fusca, minha forma geométrica - o círculo, minha letra preferida: o S, minha profissão: o teatro.

 

Vamos aos fatos:

Nasci torta, esquisita e engraçada.

Uma criança alvo de olhares retos...Péssima em matemática e incrível em artes. Será que “vinga”? Eles perguntavam.

Os adultos viviam querendo me enquadrar.

Fui eleita a rainha das interrogações.

Cresci.

Fugi da cidade e mergulhei numa aventura pelas curvas da estrada em busca de olhares mais flexíveis. Esbarrei com gente séria demais para entender o torto. Conheci gente torta demais capaz de mudar o mundo.

Vi na arte educação uma possibilidade de contribuir

para uma sociedade mais torta.

Cresci de verdade.

Hoje abro as portas dessa Casa Torta para que adultos busquem a criança que se perdeu e para os pequenos que estão crescendo e implorando

pela liberdade de serem quem são,

sem medo de olhares retos.

 

Seja o bem-vindo!

A história é minha.

A Casa Torta é sua.

 

Lu Gatelli

 

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